
Tipos de Consultas
A psicoterapia pais/bebé
Centrada, no essencial, no meio-caminho entre a psicoterapia e o aconselhamento, sobre estratégias que tomem o bebé como “instrumento terapêutico” dos pais, levando a que eles o abordem de forma mais esclarecida e, com isso, levando os pais a desenvolverem estratégias que tenham um impacto psicoterapêutico na sintomatologia que, entretanto, tenha emergido no bebé;
A pedagogia clínica
Cujo foco é colocado em questões específicas relacionadas com os mais diversos aspetos relativos à vida do bebé (sono, alimentação, estimulação, interação, etc.) que, tanto pode representar uma área de intervenção autónoma como pode traduzir-se num complemento às diversas intervenções terapêuticas centradas nos pais;
A educação parental:
Quer através de grupos de encontro de pais, sem agenda temática, como através de formações para pais relacionadas com temas específicos da gravidez e do bebé, quer através de uma linha de apoio digital aberta, às questões que os pais entendam colocar, em relação ao seu bebé e a eles próprios na relação com ele;
A assessoria clínica
Fornecendo-se recursos de retaguarda a médicos, enfermeiros e educadores de infância relacionados com estratégias que se entendam indispensáveis para que as utilizem nos seus contextos normativos de intervenção de forma a utilizarem os tempos e o setting da sua intervenção em favor dos pais e do bebé.
A psicoterapia do 1º ano de vida
Centrada, sobretudo, nas transformações significativas que o bebé traz à vida da mãe e à vida do casal, com todo o impacto, potencialmente, desorganizador que, por mais que não se revista de transformações, aparentemente, significativas na vida da mãe, acarretam experiências de exaustão, de desencanto, de fratura quer em relação à mãe, propriamente dita, quer à sua relação com o pai ou com as famílias de origem de um e de outro;
A clínica familiar da gravidez
Incidindo, no essencial, no período que vai entre a metade da gravidez e o primeiro ano de vida do bebé, em que são trabalhados quer a “fertilização” do bebé imaginário na díade parental, quer o impacto da própria gravidez e do nascimento na vida de casal;
A reanimação psicológica do bebé
Quer em contexto de internamento hospitalar quer em contexto clínico extra-hospitalar, nos primeiros três meses do bebé, sempre que a relação mãe/bebé evidencia carências relacionais significativas e dela emirjam sintomas de alarme que recomendem uma intervenção clínica urgente sobre a mãe e o bebé;
A psicoterapia do bebé
Sempre que os sintomas que ele evidencia requerem estratégias de estimulação corporal ou de estimulação psicológica do bebé, por um período circunscrito, que permitam que a estimulação se centre em focos específicos que, ao potenciarem-se uns nos outros, permitam a reversão de estados psicológicos cuja morbilidade, sem uma intervenção clínica detalhada, possa evoluir para sintomatologia psicopatológica grave do bebé e da mãe;
